Abril 2008 - M.R. – Artes Gráficas, Lda.

Primeiro em Portugal com Speedmaster XL 75.

A indústria gráfica portuguesa, nestes últimos anos, tem sofrido um importantíssimo processo de actualização de equipamentos de avançada tecnologia, que permitem às empresas adaptar-se às necessidades cada vez mais exigentes do mercado, tais como a redução de custos, tempos de entrega e máxima qualidade.
Dentro desta tendência, a M.R. Artes Gráficas perfila-se como uma empresa de vanguarda, graças à aposta continua pelas últimas tecnologias. A aquisição da nova Speedmaster XL 75, é uma boa prova disso.

Manuel Ribeiro explicou-nos o que efectivamente significaram estes últimos anos para a indústria gráfica e o porquê dos empresários terem sido obrigados a actualizar os sistemas produtivos e a preparar os seus colaboradores, adaptando-os às tecnologias constantemente renovadas: é que tendo o mercado evoluído sucessivamente para patamares de qualidade cada vez mais elevados, esta realidade fez com que as empresas fossem dando passos adiante com a incorporação de tecnologias de ponta, paralelamente com sistemas de gestão da qualidade, de forma a puderem competir com êxito em cada ciclo de mercado.

Um pouco de história

Decorria o ano de 1958 quando o então jovem Manuel Ribeiro começou a dar os primeiros passos nas artes gráficas ao serviço da Sociedade Portuguesa de Serigrafia, onde permaneceu até ao serviço militar o levar para outras andanças.
Quando em 1966 regressou de uma vida de insatisfação prolongada, sentia ainda a influencia decisiva do ramo que abraçara. Por isso, não tardou a ser bem sucedido no seu segundo emprego, na secção de reprografia da Standard Eléctrica, onde operava com todos os equipamentos, entre os quais uma pequena impressora de offset Rotaprint. Como o trabalho abundava, decidira comprar para si uma máquina igual, usada, que utilizava em casa depois do trabalho, imprimindo para a empresa. Mais tarde viria, também, a fazer trabalhos para a IBM.
Entretanto, quase dez anos depois, a sua imaginação voava em torno de um certo inconformismo. Há tantos anos a lidar profissionalmente com os papeis, as tintas e as máquinas, adquirira capacidades e retemperara a coragem para um novo combate: criar a sua própria gráfica.

Desse por onde desse, teria de decidir: ou continuar num lugar de chefia em emprego estável, onde era estimado e querido, trabalhando aí de dia e à noite em casa, ou seguir a intuição e romper caminho...
Daí a nada, inteiramente à mercê do acaso e de si próprio, faz uma sociedade com um amigo, “fifty-fifty”, tendo começado de faz-tudo!

Como equipamento de impressão, apenas a sua Rotaprint, à qual juntou mais tarde uma Adast, nova. A seguir veio uma Perle e depois outra, ambas usadas. Depois, foi a mudança de instalações, que passaram a albergar mais uma GTO e tempos após, outra. Daí até à compra de uma SORMZ foi um instante.
Seguiu-se uma “casamento” desfeito a quebrar a monótona existência do comparsa, que nunca tivera actividade na empresa: Manuel Ribeiro, adquiriu a restante quota da sociedade, tornando-se, agora sim, numa empresa familiar.

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